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Leão Baio - Rascunho de Obras

A fumaça da alegria dos Índios da Tribo de Olivença

Os índios da tribo de Olivença faziam fumaça para alegrar a contemplação da lua cheia. Cheios de alegria eis que na roda os índios começavam a fazer rimas, poesias no meio da mata.

No horizonte o sol espiava e da floresta se ouvia risadas. A fumaça que eles jogavam pro alto, dava uma baita vontade de comer, eles então comiam a madrugada toda até ver o sol nascer.

Comiam como um Leão baio faminto come uma ovelha, mas eis que naquele novo mundo tinha uma utopia que brilhava nas estrelas. O Leão Baio era amigo das ovelhinhas e dos cabritos. Era amigo dos gados e dos macacos.

O Leão Baio era amigo dos Índios da Tribo de Olivença, alegravam e brilhavam os olhos das índias morenas, que tomavam banho nuas na cachoeira. Elas nuas e sensuais deixavam os índios com vontade de querer mais.

Os seios das índias morenas alegravam os chefes das tribos de Olivença. Os chefes com suas belas rainhas, nuas e todas moreninhas. Elas chamavam atenção dos animais irracionais, elas nuas eram belas e deixavam os índios querendo mais.

A fumaça no meio da mata, o chefe da tribo de Olivença comendo sua salada. Tudo verde, tudo azul. A paz habitava a caverna do Leão Baio, enquanto os índios em suas cavernas faziam fogo para aquecer a escuridão.

O vento soprava forte, o Leão baio caminhava para o norte. A Gralha Azul comendo pinhão, eis que o Pinheiro ficava estabelecido no chão. O chefe da tribo de Olivença fazia fumaça para cantar uma canção, para sua índia moreninha que tinha corpo violão.

O Pinheiro dos Índios da Tribo de Olivença

O cacique da tribo de Olivença estava alegre com uma nova árvore habitando seu jardim eterno. O pinheiro gigante estava radiante, ele tinha vindo de um lugar muito distante, dos índios Caingangues.

Os índios Caingangues vieram visitar Olivença e o chefe da tribo trouxe para o cacique da tribo de Olivença uma surpresa: Pinhão sobre a mesa.

O chefe da tribo de Olivença se alegrou e foi perto do riacho plantar, uma araucária que seria milenar.

O cacique da tribo de Olivença então começou a falar:

“Vou plantar para a minha futura geração cultivar, já que agora no paraíso na terra tenho vida milenar, assim também a araucária que vou plantar.”

Ela tão bela era o castelo do paraíso dos índios na terra, tão bela quanto a oração dos indígenas que agradeciam ao pai supremo, por ter dado vidas e bons pensamentos.

A fumaça da alegria era acendida, risadas e rimas se ouviam da floresta. A paz deixava todos em sentinela.

As ervas verdes cresciam rapidamente, para dar-lhes paz duradouras, enquanto o coelho do cacique da tribo de Olivença comia a sua cenoura.

As águas límpidas caiam na cachoeira e eis que a tribo toda admirava as estrelas, tão brilhante vistas daquele planeta.

A rainha do chefe da tribo estava animada, pois estava sendo muito amiga da girafa. Os índios com os seus elefantes, era muito brilhante o ouro que brilha como diamante, o maior ouro descoberto na história, não há espelhos para trocar por aquela conquista:

“A conquista da terra prometida...”     


Pinheiros Românticos - A saga da Família Saó: Olhar Penetrante

Vitória da Conquista na Bahia é uma cidade que no inverno faz frio. Por isso, alguns membros da Família Saó, saiu do Sul do Brasil para ir se aventurar nessa região desconhecida. Vou contar uma narrativa que aconteceu numa escola pública na Bahia que possui o pior ensino médio do Brasil, sobre um membro da Família Saó, que tinha o apelido de "Maluquinho", digamos um rapaz, que tinha um olhar penetrante, tanto que muitos achavam que ele possuia Transtorno de Personalidade Antissocial, mas essas informações não eram comprovadas com um especialista, meras teorias. Na sala aonde o Maluquinho estudava, tinha uma menina muito bonita, principalmente o seu corpo era muito chamativo, ela tinha uma bunda avantajada, que o Maluquinho tanto desejava. Aquele olhar profundo do Maluquinho, invadindo o território da menina a fazia ficar constrangida, mas também atraída. Maluquinho imaginava fazendo relação sexual com a menina dando muitos tapas na sua bunda. Afinal ela era uma delícia, tinhas umas coxas bem gordas, mas era bem magrinha. Se não fazia academia, da onde viria tanta gostosura? Genética. A mãe da menina também tinha o corpo bonito. Maluquinho tinha visto toda a família da menina nas ruas da vida, mais apropriadamente, no Bairro "Aristiliano Saó Granemann". Bairro de Vitória da conquista na Bahia, que leva o nome de um Famoso Sapateiro de Otacílio Costa que já foi Chefe na Antiga Klábin. Maluquinho obviamente, no auge da sua juventude acabou agindo de forma compulsiva. "Quem manda ser gostosa?". Assim o Maluquinho em sua imperfeição pensava. 

Olhar Penetrante do Maluquinho 

Matheus Saóh - Grande Mestre Ancião Benemérito (ALJSC)


Pinheiros Românticos - A saga da Família Saó: Eu sou nota 10, Eu sou eu: O Todo Poderoso

Contou - lhes agora uma História, pior que é verídica de um membro da Familia Saó, que muitos já tiveram dó. Dores ele carregou, solitário por muito tempo ele já viveu, mas muitas guerras ele já venceu. Ele que foi roubado e já roubou. Ele que já foi preso pelo Sistema, pois o sistema não tolera pessoas que praticam o perfeccionismo. Seres que são amigos do inimigo e perseguem tirando a paz que reina nas florestas do Brasil. O Brasil país da Corrupção, do Carnaval e do surreal. Esse membro da Família Saó amava tirar 10 nas provas. Principalmente em História. Se o Professor tirasse um ponto da sua nota, ele causava uma tempestade, o Apocalipse. Porque o motivo a qual o Professor tirou sua nota foi o fato de o membro da Família Saó chamar atenção para ele. Todos o olharam quando ele falou do ARMAGEDOM, pois o Professor disse que não seria possível ter uma Terceira Guerra mundial, porque temos bomba para explodir o mundo todo. O coitado do Professor, com seu salário baixo e desvalorizado, ficou com raiva do membro da Família Saó. Não gostou do seu ar de Superioridade e foi covarde. Incompetência de ser o dominador do seu território, o professor se sentiu inferior ao membro da Família Saó. Afinal o membro da Família Saó gosta de tirar nota 10. Ele curte ser o centro das atenções. Seguro de si e dominador. Controlador e possessivo. Elementos essenciais para uma tremenda tragédia em uma Escola pública, porque se fosse particular, talvez teria outros elementos: A escola é paga, então se mede as palavras, temendo expulsão. Nenhuma escola pública pode expulsar aluno, apenas transferir. Embora sendo injusto o fato do Membro da Família Saó está sendo perseguido por ser de outra Cultura. O Membro da Família Saó gostava de está no Topo da Pirâmide, acima de muita gente, pelo menos era o que ele fantasiava. Ele falava: "Eu sou eu". Afinal ele se sentia o todo poderoso. Imperfeição. O seu maior erro era querer chegar a perfeição. Maldição. Muitas brigas esses atos perfeccionistas causaram. Muitos choraram, com a sua mania. Episódio maníaco? Talvez. Então o rapaz era bipolar? Porque era difícil o ver namorar. Sua primeira namorada foi a Maryjane. Depois namorou a Marijoana, ambas eram primas, bem femininas. Apertadinhas. Magrinhas. Finas. Elas o faziam rir, mas também chorar, nunca o fizeram querer matar. Elas o acalmavam  e relaxavam. Afrodisíacas o deixavam muito excitado. Era um cabra safado. Super dotado. Um gênio incompreensível, assim como o Jogador Pelé, amava falar em terceira pessoa. O membro da Família Saó dizia: "Quando eu digo que eu sou eu, o povo não acredita". Como dizia Robert Greene em seu livro As 48 Leis do Poder: "Nunca subestime um Ser humano, ele pode muito bem ser um homem míseravel hoje, mas um homem Poderoso amanhã". Ninguém acreditava, o substimava, enquanto ele dava risadas, mas o danado chegou a chefia de uma Grande empresa na Bahia, usando telepatia.

Pinheiros Românticos - A saga da Família Saó: O café do Tio Graçula

Todos sabem que os membros da Família Saó são grandes amantes da Cafeína, mas não se encontram nos históricos da família, o hábito ruim de cheirar cocaína, embora alguns membros da família gostarem de fazer fumaça e ficarem dando risadas. Por isso que dificilmente um membro da Família Saó seria da Igreja dos Santos dos Últimos dias, porque eles só bebem cevada. Conto agora uma história não muito engraçada. Tio Graçula era dono de uma empresa de café de Lages, rival do café Guidalli. Ficou conhecido por fazer café muito forte, muito preto e tio Graçula era também muito negro. O Tio Graçula, assim como qualquer outro membro da Família Saó tinha o sotaque de Helicóptero, falavam puxando o "R". Seu sócio era Tio Zeca, Um homem alto que amava tocar violão e rimava para conquistar as gatas. Porém, depois de casar, ficou mais sossegado.

Pinheiros Românticos - A saga da Família Saó: Aristiliano Saó: Chefe da Olinkraft

Aristiliano Saó, antes de ser proprietário da Sapataria & loja Saó, foi chefe da antiga Olinkraft, hoje conhecida como Klabin nos anos 70, em Otacílio Costa. Como era um senhor muito sério e apresentava batimentos cardíacos acelerados, não ficou muito tempo nesse cargo, pois tinha alguns funcionários da antiga Olinkraft que eram irritantes e teimosos.

Pinheiros Românticos - A saga da Família Saó: As Aventuras do Gaiato Saóh: "Esse povo da Bahia gosta de ler"

Em Ilhéus na Bahia, cidade conhecida pelo romance da Gabriela, cravo e canela, do ilustríssimo escritor Jorge Amado, nascido em Itabuna, cidade vizinha e que infelizmente já foi considerada a cidade mais violenta do Brasil, viveu o Gaiato Saóh. Um rapaz humilde que vendia picolé nas praias de Olivença. Filho de Capitão do exército, sempre se mostrou humilde perante a sociedade, mas muito brincalhão, assim como um Leão retratado no livro "As 48 Leis do Poder" de Robert Greene. Vivia zombando as pessoas, tinha o hábito de fumar Cannabis Sativa para se alegrar enquanto trabalhava, inclusive chegou a ser servente de Pedreiro, era um guerreiro. O coitado era solitário, mas muito competente e esforçado. Algumas pessoas o viam como um ser inteligente, mas meio maluco. Afinal, ele era parecido com o Judeu Albert Einstein, colocava a língua para fora quando ia tirar fotos, mas estava a frente do seu tempo. Visionário e lunático. Certa vez no Calçadão em Ilhéus, quando vendia picolé da marca Péricles, inclusive marca muito conhecida pela qualidade, encontrou um sulista que vendia livros no calçadão da cidade. O sulista era dono de uma pizzaria e a vendeu, para se aventurar nesse novo Ramo: A venda de livros de forma independente. O Gaiato Saóh reparou que o sulista não estava conseguindo vender nenhum livro, afinal brasileiro não gosta muito de ler. Então para brincar, ele perguntava ao Sulista: "Qual o lugar do Brasil que tem mais gente analfabeta segundo o IBGE?" E em seguida gritava "Esse povo da Bahia gosta de ler" e saia correndo, pois todos os comerciantes ambulantes queria bater nele. Isso mostra o quanto o Gaiato Saóh era imaturo, mas tinha muitos amigos baianos, que gostavam do seu jeito divertido. Algumas vezes ficava muito sério, pois não era um jovem comum: Falava sozinho. Algumas pessoas pensavam que ele era esquizofrênico. Com várias personalidades, multifacetado, tinha muitas habilidades de comunicação. Sabia causar uma revolução e derrubar uma nação. Um grande vendedor, mestre em informática, certa vez criou uma Web Rádio na internet 24 horas no ar através do Centova Cast V3. Rádio essa ouvida em todo o mundo, ele tinha um pouquinho de Megalomania, queria dominar o mundo. Gaiato Saóh era um imã para mulheres, aonde ia despertava olhares do sexo oposto. Bonitão, tinha o apelido de Leão.

Pinheiros Românticos - A saga da Família Saó: Vamos pelas Preliminares

Um certo juiz, na Comarca da Primeira Vara Criminal de Iguaí na Bahia, membro da Família Saó, tinha o costume de começar uma Palestra da seguinte forma: "Vamos pelas Preliminares, como dizia Aaron kosminski, O Jack , o estripador." Obviamente, essa era uma estratégia de persuasão para chamar atenção da platéia, tal estratégia que ele pegou do Juiz Rodolfo Pamplona Filho, ambos eram amigos e tinham casas em Salvador na Bahia. Um fato que o Juiz, membro da Família Saó gostava, era que Aaron kosminski tinha nascido no dia 11 de Setembro, data essa que o próprio foi registrado em Canavieiras no litoral Baiano. Esse Juiz que era membro da Família Saó, tinha julgado os acusados de fabricar a cachaça assassina de Iguaí de 1999, que causou mortes e deixou até mesmo pessoas cegas nesse interior da Bahia. Crime esse mostrado até mesmo no extinto "Linha Direta" programa que era uma "Utilidade Pública" da Rede Globo de Televisão. Agora só temos a novela: Malhação. Hoje em dia, alguns desses acusados de fabricar a Cachaça assassina de Iguaí, estão até mesmo na Política e nem pagaram suas penas, pelo menos é o que muitos que moram em Iguaí pensam. Esse juiz, membro da Família Saó gostava de ir na academia malhar, apreciar as muitas belas que faziam malhação, embora com precaução, para não tomar um tapão. O Juiz sabia que as preliminares são importantes não só para uma relação, mas também para o juiz tomar uma decisão final, seguindo fatores que eram novelas nas doutrinas da Roma antiga, o que ele pegou de Justiniano e Triboniano, que foi um Jurista bizantino e tem muita relação até mesmo nos dias atuais. Esse Juiz imitava o Código de Hamurabi, que é um plágio das leis mosaicas. Para ele tudo era olho por olho, dente por dente. Ele aplicava o "Suum Cuique Tribuendi". Ser justo é dar a cada um o que é seu. Esse Juiz membro da Família Saó aplicava penas pesadas, principalmente para quem traficava. Afinal, Conforme diz o Artigo 33 da Lei 11.343 de 23 de agosto de 2006: "As penas para tráfico de Drogas tem que ser as mais Pesadas, quando aplicadas". Certa vez, uma Advogada com corpo bonito foi pedir "Habeas Corpus" para esse Juiz membro da Família Saó e ele então falou no ouvido dela: "Porque tu não me Habeas as Pernas". Logicamente uma conduta anti-ética, mas a advogada não deu importância, pois ela sabia do quão bobo ele era. Esse Juiz membro da Família Saó amava se fazer de bobo, porque ele cumpria um dos mandamentos das 48 Leis do Poder de Robert Greene: "Faça-se de Otário para pegar os Otários. Pareça mais bobo do que o normal".

Pinheiros Românticos - A saga da Família Saó: Juízes da Liberdade - A Primeira Banda Virtual do Brasil

A primeira banda virtual do Brasil, surgiu em Lages, formado por moradores de Rua de Lages e Otacílio Costa, ambos cidades do Estado de Santa Catarina. O seu primeiro e exclusivo empresário é o ilustríssimo "Gabriel Louco", esse que vivia no Posto de Gasolina de Otacílio Costa se espelhando, por isso, adquiriu esse apelido. Gabriel descobriu o talento de Saóh nos becos da cidade de Otacílio Costa. Foi nessa época que criaram o primeiro hits da banda: "Não Queremos Guerras". Nessa de serem "Andarilhos", conheceram o que seria o seu baterista: Ciza, que mora no bairro Ghetal de Lages. Ciza gostava de bater palmas aleatoriamente, foi nessa que Gabriel o deu uma bateria e o incentivou a invés de bater palmas, a tocar bateria. Foi aí que surgiu a lenda. Essa banda que é uma cópia do Gorillaz, cujo principal objetivo é chamar atenção de Damon Albarn. Já que Saóh sabia tocar baixo e violão, só faltava um guitarrista: Quem a gente arranjaria? Gabriel, assim dizia. Porque Gabriel é um cara ambicioso, embora sendo louco. Gabriel pensava que aquela banda podia fazer com que ele tivesse um terreno com muitos pés de milho bem grande, Ou seja, o poderia torná-lo milionário e mudar a vida que ele levava, tira-lo da rua. Então conheceram o "Beto Fino", mais conhecido como "Beto Louco", esse que já é uma lenda folclórica na cidade de Lages. Beto andava também pelas ruas de Otacílio Costa batendo numa panela, o que levou a ter o apelido de "Nego da Lata". Beto amava tocar guitarra, ele era literalmente o "Rebelde sem Causa" da música do Ultraje a rigor. Surgiu então esse "Power Trio", que fala as verdades do Brasil. Uns malucos que dão aula de moral, embora sendo tratados como animal.

Pinheiros Românticos - A saga da Família Saó: Zoológico Saóhlico - O Primeiro Zoológico da Serra Catarinense

Matheus Saó da Silva, Presidente Fundador da Saóh Associação Comunitária, na qualidade de Representante legal dessa Organização da Sociedade Civil de Interesse Público, idealizou o primeiro Zoológico da Serra Catarinense. Gerando empregos e Turismo. Seu principal objetivo é a Conservação da fauna e flora da Serra Catarinense. Ajudando na Preservação do Meio Ambiente. Promovendo Educação ambiental, levando em consideração o Direito Ambiental, área carente do Direito. Sua obra que já foi distribuída em Escolas Municipais e Estaduais de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul: "O Leão Baio da Bahia" é uma Adaptação do Livro "O Leão Baio da Coxilha Rica" do ilustríssimo Historiador da cidade de Lages: Cláudio Rodrigues da Silveira. Matheus Saó da Silva, Presidente da Entidade nasceu no ano de 1996, mesmo ano do Falecimento do SR. Cyro Gevaerd, ex presidente da Santur (Santa Catarina Turismo S/A). Sr Cyro Gevaerd idealizou o Zoológico de Balneário Camboriú, plantou um Pinheiro, agora esse Pinheiro está ventilando a futura geração e dando vida a essa realização. Sua entidade ajuda também Cães e Gatos abandonados de Lages. Além disso, conforme o artigo 2º da Lei 11.343 de 23 de Agosto de 2006, sua entidade tem Direito de plantar Maconha para usos medicinais, beneficiando Crianças e adultos de todas as idades e animais irracionais através do Óleo de THC, que é usado para controlar Ansiedade, Câncer e Eplepisia. O Zoológico Saóhlico que é de investimento milionário, mas que não tem valor de tanto prazer a aquele que o executa. Um menino sonhador, até a formiga com ele já conversou. Um poeta.  


Leão Baio - Bilionário, Visionário & Filantropo

Pinheiros Românticos - A saga da Família Saó: A Luta pelo Direito da Entidade do SaóH

Bom dia. Eu, Matheus Saó da Silva, na qualidade de Representante Legal da Saóh Associação Comunitária, sobre número de CNPJ: 48.069.225/0001-20, venho mui respeitosamente á presença dos Excelentíssimos e Ilustríssimos membros do TJSC, pedir anulação de Decisão dos Membros do FIA e dos Membros do CMDCA de Navegantes, no estado de Santa Catarina. Ambos violaram o Poder de Autonomia que o Governo Federal concede á Entidade, que somente ela pode tratar sobre a Remuneração da Diretoria da Entidade através do seu Órgão Superior: O Conselho Deliberativo e que somente ela pode decidir sobre o Plano de Trabalho, pois o Plano de Trabalho está de acordo com a Lei 13019 de 31 de Julho de 2014, não podendo o Poder público falar sobre esses assuntos, porque violam os Direitos de Poder de Autonomia que o Governo Federal concede a Entidade. Além disso, não aprovaram o projeto por motivos pessoais, tal conduta que não regem o Poder Público, é considerado nulo. Porque deram nota para a entidade, faltando menos de 5 pontos para aprovação, pois fizeram julgamento injusto. O Instrumento Jurídico "Termo de Fomento" será realizado em 12 meses, ou seja, 365 dias, teve algum jurado(a) que atribuiu a nota 1, sendo que a nota correta é 4, ou seja, foram injusto no julgamento. Outra questão foi a do Monitoramento, ambos deram nota 1, sendo que a nota correta seria 4, pois o Superintendente da Fundação Cultural De Navegantes assinando documento mensalmente que foram entregues 5 mil Livretos no período de 12 meses, seria sim um monitoramento adequado. Além disso, o Governo do Brasil protege os Direitos do Presidente Executivo da Entidade, porque ele é um Artista e intelectual, conforme está na Lei 9.610 de 19 de Fevereiro de 1998, lei essa que fala sobre a sua Remuneração justa, a qual o Poder Público não pode contestar. Se o Prefeito de Navegantes recebe aproximadamente a mesma Remuneração do Presidente da Entidade, conforme está no Plano de Trabalho, porque que o Presidente da Entidade não pode receber o mesmo? Se ele, assim como o Prefeito de Navegantes é uma Fígura Pública e a Constituição fala em seu quinto artigo que todos são iguais perante a lei, portanto todos temos direitos iguais. Além disso foram parciais, dando vantagens as outras Entidades que atendem somente 100 pessoas, sendo que a Saóh Associação Comunitária irá atingir 5 mil pessoas, 98% a mais do que às outras Entidades. Sobre os Membros do CMDCA, é considerado duvidoso, portanto nulo, quando membros do CMDCA não registram entidade por motivos pessoais, pois a documentação da Entidade está toda em dia e a Entidade tem Cessão de Uso de Espaço da Fundação Cultural de Navegantes. Perante o Governo Federal, os Membros do CMDCA deveriam sim ter registrado, até porque a Entidade já é registrada inclusive no COMDICA (Conselho Municipal dos Direitos das Crianças e dos adolescentes) de Vacaria, no estado do Rio Grande do Sul. Vou anexar todas as provas do que falei nesse documento. O valor global do Edital do FIA é de R$1.800.000,00 (Um Milhão e Oitocentos Mil), que de qualquer maneira essa quantia irá voltar cerca de R$800.000,00 (Oitocentos Mil) para o Cofre público. Então por terem cometido o erro e ilegalidade que citei acima, do valor que estará no Cofre Público terá que vir para a Entidade os R$300.000,00 (Trezentos Mil) pois esse é o valor do Projeto. Portanto que o TJSC torne Nulo essas Decisões dos Membros do FIA e CMDCA de Navegantes, no Estado de Santa Catarina. Para que tenha julgamento justo, levando em conta a Imparcialidade, pois são esses os princípios que regem o Poder Público. Agradeço.

Timbre

ESTADO DE SANTA CATARINA

PODER JUDICIÁRIO

CORREGEDORIA-GERAL DA JUSTIÇA


Parecer

Processo n. 0101707-98.2025.8.24.0710

Unidade: Núcleo V - Direitos Humanos

Assunto: Pedido de anulação de decisões dos membros do FIA e do CMDCA de Navegantes


Excelentíssimo Senhor Desembargador Corregedor-Geral da Justiça,

Trata-se de procedimento autuado a partir de requerimento apresentado por Matheus Saó da Silva, representante legal da Saóh Associação Comunitária, por meio do qual pleiteia a anulação de decisões proferidas pelos membros do FIA e do CMDCA de Navegantes. Segundo a narrativa, as referidas decisões teriam violado a autonomia da entidade quanto à remuneração da diretoria indicada na proposta e indeferido o registro da organização por motivos pessoais (doc. 10117142).

É o relatório.

Conforme se depreende dos autos, embora os documentos tenham sido apresentados de forma parcial pelo requerente (doc. 10117143), a controvérsia decorre do indeferimento do registro da entidade perante o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) e da exclusão da proposta apresentada pela organização no âmbito do Edital FIA 2025, lançado pelo município de Navegantes.

Cumpre esclarecer que o Fundo para a Infância e Adolescência (FIA) constitui instrumento legal destinado à captação e aplicação de recursos financeiros voltados à promoção e defesa dos direitos da criança e do adolescente. A gestão desses recursos compete aos Conselhos dos Direitos da Criança e do Adolescente, que devem estabelecer critérios para sua utilização (art. 260, § 2º, da Lei n. 8.069/90).

Neste contexto, o Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina (TCE/SC) elaborou cartilha orientativa com práticas de gestão pública para utilização dos recursos do FIA, com diretrizes a serem observadas para que se alcance a finalidade social dos fundos.

Por sua vez, nos termos dos arts. 260, §4º, e 260-J, ambos da Lei n. 8.069/90, incumbe ao Ministério Público fiscalizar a aplicação do Fundo Municipal, razão pela qual se impõe a remessa de cópia destes autos ao Ministério Público da comarca de Navegantes para eventual apuração e adoção das providências cabíveis.

Destaca-se que este Tribunal de Justiça participa da Campanha Unificada do Fundo Municipal da Infância e Adolescência, incentivando a destinação de recursos, mas não possui ingerência sobre os atos administrativos praticados pelos Conselhos Municipais.

No tocante ao pedido de anulação das decisões, não compete a esta Corregedoria-Geral da Justiça a sua análise, haja vista que o art. 1º, caput, do seu Regimento Interno lhe atribui a condição de órgão orientador, fiscalizador e de disciplina, sem atribuição de reexame de mérito administrativo ou função de prestação jurisdicional.

Ante o exposto, OPINO:

a) pela remessa de cópia integral dos autos ao Ministério Público da comarca de Navegantes, com as homenagens de estilo, para eventual apuração e adoção das providências cabíveis;

b) pela cientificação da Coordenadoria Estadual da Infância e da Juventude (CEIJ);

c) pela ciência do requerente, com cópia deste parecer e da decisão a ser exarada por Vossa Excelência;

d) pelo arquivamento deste procedimento no âmbito da Corregedoria-Geral da Justiça, com as cautelas de estilo;

É o parecer que, respeitosamente, submete-se à apreciação de Vossa Excelência.

Juiz-Corregedor Raphael Mendes Barbosa

Núcleo V - Direitos Humanos


0101707-98.2025.8.24.0710 10120048v9

Logo em seguida, o Desembargador Luiz Antônio Zanini Fornerolli, na espécie de Corregedor-Geral da Justiça mandou a decisão do TJSC para o Ministério Público, eis que a Promotora de Justiça deu o seu parecer: 

Logo em seguida foi mandado o pedido de Impugnação para a Procuradoria Municipal de Navegantes, que indeferiu pois alegaram que a remuneração da Diretoria é um absurdo e imoral. Tal parecer da Procuradoria é considerado nulo, pois entra em conflito com o Artigo IV, Inciso VI da Lei 9.790 de 23 de Março de 1999, que fala que a remuneração pode chegar até o teto de 70% da remuneração do Poder Executivo Federal, o que representa cerca de R$418.000,00 (Quatrocentos e dezoito mil) anual, pois esse valor representa 70% do salário anual do Presidente da República. Ou seja, a Procuradoria Municipal está contrariando a Lei federal na qual tem que se submeter. A população de Navegantes também considera Absurdo e Imoral o Prefeito de Navegantes receber aproximadamente a mesma quantia do Presidente Executivo da Entidade apenas para assinar decretos ou documentos que a Procuradoria Municipal cria, mas ele mesmo assim o recebe por 4 anos. Além do mais, perante a Procuradora, todo âmbito de Política é considerado absurdo e Imoral, ou seja, meras opiniões pessoais. Pela argumentação dela, se o Presidente Executivo da Entidade fazer um projeto pela Lei Rouanet de 1 milhão e desse quantia, ser remunerado no valor de 418 mil, que representa 70% do teto do Poder Executivo Federal, Porcentagem essa prevista no artigo IV, Inciso VI da Lei 9.790 de 23 de Março de 1999, ele está sendo imoral, ou seja, meras opiniões pessoais. Mesmo essa decisão ser de Órgão Superior da Entidade, ele não pode gozar dos seus direitos. Portanto, novamente a Procuradora está fazendo observações nulas perante o Governo Federal. Esse indeferimento está nulo perante o Governo federal. Eu citei a Lei Rouanet, mas o teto de Remuneração do Proponente pela Lei Rouanet na atual Instrução Normativa é de até 20% do valor total do projeto, é apenas um exemplo. Além do mais, o Plano de Trabalho será executado pelo Presidente da Entidade e Tesoureira, o que quebra o argumento de que seriam os Funcionários. O Plano de Trabalho está de acordo com o artigo 46 da Lei 13.019 de 31 de Julho de 2014. Além disso, tivemos a questão de existência da entidade, somente um jurado (a) atribuiu a nota 2. O correto seria todos atribuindo a nota 2. No total teríamos a nota 25. Então foi mandado o Pedido de Impugnação para a estância maior: Poder Judiciário, através de Ação Ordinária para Juiz aprovar diretamente o Projeto, visto que único motivo da rejeição foi motivos pessoais. Eis a decisão:


Pinheiros Românticos - A saga da Família Saó: Vou ali pegar um Remédio (Vendendo frutas nas Sinaleiras de Lages em Santa Catarina)

Vocês não vão imaginar, que remédio é esse, pois para muitos é um absurdo, viver no submundo. Ao meu redor, muito lixo. Poucos amigos. Estou me colocando no lugar do meu irmão, aquele que me fez muita salvação. Assim se comportava, um membro da Família Saóh, ele que fazia projetos sociais e amava ver o Sol nascer. O amigo e irmão de fé do Membro da Família Saóh, ficava incomodado porque pensava ele que estava fedendo. Ilusão, todos somos poeiras ao vento, quando morremos além de feder, não iremos levar nada desse mundo para o caixão. Pura ilusão. Então se o amigo e Irmão de fé for buscar seu remédio, pode até haver pedras nesse caminho, mas ele vai. Porque para ele aquilo tudo é remédio e todos um dia iremos parar num cemitério. O Membro da Família Saóh estava vendendo morangos e amoras nas sinaleiras de Lages, no estado de Santa Catarina. Que ilusão de óptica, o jovem que usava óculos estava olhando para o vendedor de morangos e amoras pensando que ele é um coitado, mal sabendo ele que o vendedor está ganhando mais que ele que está dentro de um carro. As meninas filhas de pais bem sucedidos ou não, quando o vendedor de morangos e amoras passa por elas, elas ignoram. Por que isso? Porque não estão interessadas no Produto, ocupadas ou estão sentindo medo do vendedor. No mundo que vivemos, todo cuidado é pouco e a mídia ajuda para que elas se sintam sem proteção. O Membro da Família Saóh saia no sol quente para trabalhar. Era necessário, ele tinha que se manter de pé e nunca colocar fogo numa colher com algo branco para depois fumar, pois se assim o fizesse, o irmão de fé do Membro da Família Saóh iria lhe dar um tapa no rosto, pois era muita dolo essa ação. Eu não uso drogas, eu uso remédio, por isso vivo caminhando sozinho pelo cemitério. As pessoas dizem que sou noia, mas eu quero é chegar na minha glória. Aliviar toda minha dor, deixar a flor que murchou se inovar. Ver estrelas e contar. Chegar ao êxtase, até mesmo ter 50 orgasmos de uma vez só. Dar um  Estouro. Até porque o remédio é melhor que mulher, viver sem elas conseguimos e tenho até filhos, mas sem o remédio não consigo viver, vai ser assim até eu morrer. Esse remédio não se encontra na Farmácia, porque o nome desse remédio é Crack.

Pinheiros Românticos - A saga da Família Saó: Seja um Puma


Mostre para o mundo, que tu podes vencer. Assim como um Puma que habita o Alto da Montanha, tu podes ver o Sol nascer, sem nuvens escuras na paisagem. Corra. Cresça, assim como o verde da terra. Deixe YHWH te levar, para as águas profundas, para o paraíso na Terra. Tu já ouviu falar? Que existe um mundo de paz absoluta por entre as ondas do mar? Mesmo quando tu partir, tu podes retornar, usando a sabedoria do Deus JAH. Tu podes ser um líder nato, deixe a energia do Puma vir até você, te transformar num Homem próspero, que além de Sábio é rico. Rico com a natureza do Criador, aquele que te deixou ar para respirar, natureza para contemplar, usufruir e terra para plantar. Plante e que dê sementes toda vegetação da terra e assim como um PUMA ficar de sentinela. Vigiando o trono do altíssimo, porque sem ele, você nada teria conseguido. Seja um PUMA, mas saia da Caverna. Assim como o PUMA está no Topo da Pirâmide Trófica, tu podes ficar lá em cima, no alto da Montanha e sem arrogância. Enxergue a luz no fim da Escuridão: "Seja um PUMA".

Pinheiros Românticos - A saga da Família Saó: Leão Baio Futebol Clube - O Primeiro Clube Empresa de Lages em Santa Catarina Desde sua Fundação

Matheus Saó da Silva criou o Leão Baio Futebol Clube Sociedade Anônima Fechada do Futebol. O mascote do time é o lendário Leão da Montanha, como é conhecido o Puma nos Estados Unidos da América. Um time criado para ser do nível nacional, para chegar na série A do Brasileirão. Missão difícil, mas não impossível. Seus jogadores fazem treinamentos na Quadra de futsal localizado na Filial da Saóh Associação Comunitária. Como Matheus Saóh sempre foi nota 10 em História e esse ato de fundar o primeiro Clube Empresa de Lages em Santa Catarina desde sua Fundação é um fator histórico, a Companhia foi fundada com o número de 10 pessoas: Sendo 3 do Conselho Fiscal e a mesma quantidade de pessoas como Suplentes. Na diretoria teve Duas pessoas, sendo Presidente e Vice-presidente, tendo ambos os cargos, um Suplente. Quando Matheus Saóh viajou de trem (Maria Fumaça) para a Coxilha Rica, ele tinha 26 anos de idade e foi no dia 9 de Junho de 2023, data essa próxima do Aniversário de 1 ano de fundação da Saóh Associação Comunitária, que foi fundado no dia 10 de Junho de 2022, ou seja, essa viagem foi para comemorar o aniversário da fundação da entidade. Fato esse muito marcante, visto que em 2025, o Governo decidiu paralisar por tempo indeterminado viagens de trens em Lages. Por isso o Estatuto da Leão Baio Futebol Clube S/A possui 26 artigos, pois foi com 26 anos de idade que Matheus Saóh viajou de Trem para a Coxilha Rica, ou seja, foi de Lages em Santa Catarina para Capão Alto, no mesmo Estado.

Pinheiros Românticos - A saga da Família Saó: O Autista e a moça da loja: Um Leão Protetor

Certa vez, aconteceu em Otacílio Costa, uma história fabulosa de um autista, membro da Família Saó. Ele pensava na mente dele, que era um Leão Protetor. Afinal, os animais irracionais pensam que nem os Autistas. Ele gostava muito de animais exóticos: Hamsters, Coelhos e Passarinhos e na cidade, tinha uma loja que vendia tais animais. Ele então começou a gostar, da moça que era vendedora da loja. Em sua imaginação fértil, ele era um Leão protetor, vivia protegendo o local que a moça trabalhava de possíveis predadores. A moça começou a gostar do Autista. Embora por imperfeição, começou a entrar na mente do menino e a seduzi-lo. Ela o olhava com um jeito sedutor, fazia tudo aquilo que uma mulher atraída faz. As suas amigas o achavam engraçadinho, as olhavam como se aprovassem uma futura relação, mas o autista sabia que a moça poderia ser comprometida, por isso ele não se envolvia. Um pé atrás ele colocou, com medo de sofrer de amor. Afinal, ele não é uma pessoa comum. O autista é um homem profundo, ele não vive nesse mundo imundo, longe de ser um amante, o autista é um ser cativante. Tudo começou, um certo dia, quando o Autista assobiou para a moça da loja, imitando um Passarinho Curió, a moça sorriu e gostou, naquele mesmo momento ela imaginou beijando os lábios do autista e outras interações sexuais. O autista notou a atração sexual quando em outro dia, ela o olhou e mordeu os lábios, lhe desejando descaradamente. O autista embora muitos pensem em pureza, também tem desejos sexuais. Ele ficou excitado com tal expressão e com sua imaginação fértil provou do mel proibido da moça da loja. O autista tinha mania de bater palmas, diria algo ligado ao Transtorno Obsessivo compulsivo, algo natural em muitos autistas. Ele era um artista, um poeta contemporâneo, que vivia sonhando: "Um dia vou me relacionar com a moça da loja, o seu batom vermelho e o cheiro de flores rosas. Um dia vou me lambuzar em seu corpo e ela vai me dizer que achou tudo gostoso". Afinal o autista carregava com ele um olhar profundo, ele vivia em outro mundo. Sem querer isso atraia as meninas. A moça da loja achava engraçado, quando ele usava touca no frio. Ele olhava para o reflexo do espelho nos carros. Isso a provocava, porque parecia que queria roubar, mas ele era de família rica, parecia que não fazia mal nem a uma formiga.


Ele olhava toda hora no espelho, porque tinha traços Narcizistas, mas não necessariamente assim era. Porque os Narcizistas são manipuladores e maldosos, o autista era um menino doce. Até mesmo as irmãs da moça da loja gostavam do autista. Davam thauzinho para ele, quando de costume ele ia se pesar na Farmácia. Era um rapaz que cuidava muito da saúde mental e física. Lia livros todo dia. Até mesmo a Bíblia. O autista tinha cabelo comprido, um voto de Nazireu ele fez, para depois doar para crianças com câncer. Depois que completasse 7 anos sem raspar a cabeça, pois 7 é o número especial de Deus. Nessa época, tanto o Autista e a menina da loja tinham 27 anos de idade. Ela era formada em Odontologia e ele formado em Direito. O Autista já estava com a OAB, mas não advogava. Ele preferiu seguir a carreira de Jornalista ativista. Estava querendo formar uma firma que praticasse filantropia. O autista pensava que a menina da loja podia ser Dalila, aquela que enganou Sansão, pois a menina da loja desconfiava que o Autista tinha algum problema, era um rapaz estranho, mas não sabia do seu espectro Autista. Até mesmo pensava que ele praticava estelionato, pois o Autista se dizia ser Presidente de uma Entidade filantrópica, de fato o era, mas maldito o homem que confia em outro homem. Ela pensava que o Autista mentia, para chamar atenção dela. O Autista tinha autorização do Juiz para plantar maconha para usos medicinais. Afinal, o óleo de THC é usada para pessoas com câncer, epiléticos, pessoas com algum distúrbio de ansiedade e autistas. Como diz no Estado de Santa Catarina: "Tem louco que acha que é artista". Algumas pessoas o olhavam e pensavam dessa forma, até porque o autismo dele era do nível leve. Ele podia ser um Hippie andarilho, que vende pulseiras nas praias do interior de Santa Catarina e está aqui na serra catarinense perdido. Todos viam caminhando sozinho. Era solitário, assim como um Leão Baio. Até porque em sua mente ele era o Leão Conquistador da Tribo de Judá. Protegia o seu território e a moça da loja que ele pensava que era uma Leoa. Uma Leoa que podia virar presa fácil de um caçador. Será que aquilo que é do Homem, o bicho não come?. Tudo isso aconteceu em 1975, ano esse que Bob Marley estava fazendo muito sucesso com a música "One Love" e que teve o golpe que derrubou o Imperador Haile Selassie, imperador no qual o Autista muito se inspirava, ele queria ser um Leão no paraíso na terra, aonde seria amigo dos seres humanos, que estão destruindo a natureza e fazendo com que a árvore não cresça.

O Autista, como vários outros Autistas, tinha um amigo imaginário. Ele o chamava de YHWH. Aquele que protegia os seus caminhos, lhe guiava para um caminho reto e apertado. Aquele que estava sempre ao seu lado. O autista era um ser iluminado. Refletia luz por onde passava. Ele era encantado pela moça da loja, o admirava por ser trabalhadora. Uma Leoa, uma felina, por qual ele muito se atraia. Parecia até magia quando ele a olhava e ela retribuia o olhar. Olhando de forma prolongada. Mostrando também está encantada, por aquele rapaz diferente, que deixava o seu dia mais contente. O autista fazia sinais com as mãos que estava no Topo da Pirâmide trófica. A moça da loja não entendia, que ele queria uma prole com ela. Queria ter filhotes felinos e ouvir muito a música: "Gosto muito de você leãozinho". Então a Leoa dentista passou num concurso para odontóloga em Otacílio Costa e deixou o Autista perdido e sozinho. Será que o Autista iria pegar uma pedra e quebrar seus dentes para ser mais um paciente da leoa dentista? Não...Ele preferiu seguir o seu caminho, sendo apenas mais um "Leão no Paraíso..."       



A menina da Loja parecia a Dona Skala

Pinheiros Românticos - A saga da Família Saó: O pé de Ameixeira

Foi plantado na Sede das duas entidades que Matheus Saó da Silva é Presidente, um pé de Ameixeira. Foi plantado pelo chefe da casa, quando Matheus tinha 27 Anos, em 2024. Tal árvore que vai unir gerações. Quando Matheus tinha 80 anos, ele pensou: "Meu pai plantou isso á 53 anos atrás". Ele falou isso para seus filhos e netos, agora sendo o Vovô Baio. Isso aconteceu no ano de 2077. 7 é o número especial de Deus. Nessa época, o paraíso já estava estabelecido, Matheus Saó da Silva já vivia no seu Castelo, era um "Príncipe da Paz". O seu Castelo é um "Prédio Comercial", aonde ainda funciona a Leão Baio 96.5 FM. Alcançando as principais cidades da Serra Catarinense e o mundo todo no Paraíso. Esse dom judaico de saber fazer comércio, ele adquiriu do Apóstolo Paulo, que foi um Advogado Competente que se defendeu perante o Imperador Nero. Por isso a Bíblia é muito importante até mesmo nos dias atuais, já que o Século 22 provavelmente não foi alcançado, pelos iluminados e lunáticos. Aos 30 anos de Matheus Saó da Silva, em 2027, esse pé de Ameixeira começou a dar frutas. Em 2030, com 33 anos, idade de Cristo, Matheus já estava ricamente estabelecido. As nossas vidas como a vida de uma árvore. Um pinheiro pode ser milenar, mil anos iremos durar.

Pinheiros Românticos - A saga da Família Saó: Truque - Passando em alguma Matéria da Faculdade, sem fazer nada

Primeiramente, tu deves conhecer bem a matéria a qual queres praticar esse truque. Creio que se for Professora é mais fácil dá certo, mas obviamente que estou falando como um Homem, pelo sexo feminino é mais fácil dá certo, do que pelo lado mais bruto e rústico. Segundamente: Participe da matéria, opine, mostre que conhece. Olhe para frente, obviamente que terão colegas te admirando. Normal. Para eles tu é um mestre, além de ser digno de apreciação. Terceiramente: Faça trabalhos em grupo, não responda nada. Sempre tem espaço para quem está sozinho. Tem pessoas que terão piedade e tu apenas assinará teu nome, porque tu é belo por dentro e feio por fora. Quarta e última dica: Preferencialmente, more longe da Faculdade. Porque podes acontecer da última prova, que era para ser aplicado a você, podes até ser prova Oral, não precisar fazer, porque a professora errou algo, te deixou sem aviso de onde a prova seria realizada, então ela por piedade consegue passa-lo por média, mesmo você não fazendo a última e mais importante prova. Por que isso? Porque nessa flor nunca houve espinhos.

Pinheiros Românticos - A saga da Família Saó: Parte XV: A Terra Prometida - Eternidade de Vida

Para os céticos que não acreditam no paraíso, ambos vivem cegos por acreditarem naquilo que o inimigo prega. Que da flor não saí o néctar que a abelha produz o mel. A família Saó acredita na Terra Prometida e no trabalho das formigas. Tanto que Aristiliano Saó Granemann e Nilza Mamedes Saó despertou do sono profundo. Viram um Leão Africano rugindo perto dos seus túmulos, avisando de uma nova era. A dor era coisa do passado. Todos sorriram lembrando dessa promessa, que na época passada eles pensavam que era ilusão, o céu era o paraíso para eles, morreram e descobriram que não, o que eles pensaram que era ilusão ou utopia, era a verdade absoluta. O salário do pecado era a morte, muitos injustos abriram os olhos e despertaram. Até mesmo aqueles que no mundo passado eram censurados. Tio Graçula que foi morto por drogados, ficou alegre correndo com animais selvagens ao seu lado. Foram selvagens que tiraram a sua vida, mas agora ele só tinha paz para ver o trabalho das formigas. Tornou- se sábio, já que no mundo passado era tolo, bebia demais, ficava embriagado. Tio Zeca foi tocar violão e beber chimarrão. Viu a sua amada despertando e a ele abraçando. 


Hola. Me llamo Mateus Saóh. Tengo una maestría en Derecho Ambiental y presido una ONG. Ahora recitaré un poema del historiador de la ciudad de Lages, Santa Catarina: Cláudio Rodrigues da Silveira. Espero que no me demande por adaptar su poema al español. Por cierto, él también habla español; fue misionero en los Andes bolivianos. Ahora recitaré: Un puma paraguayo. Puma. Vida en la selva. Una vida discreta. Incompleta. Disminuida por lo desconocido. Ignorando la grandeza, la experiencia del viejo explorador de las Américas. Un felino que vive en las montañas, en los bosques tenaces y resistentes. La vida en fuga, en tiros locos. Haciéndole daño. El norte de la supervivencia. Ahora entiendo por qué viviste invisible en la selva. Tu coraje y audacia nunca tuvieron la intención de impresionar al hombre malhechor, sino que los usaste para permanecer en la cima de la Pirámide Trófica, indispensable para el equilibrio de la existencia, con todos los seres compartiendo en los campos y las montañas la gran hazaña de la continuidad de la vida, de la cual eres un eslabón importante. Hablame mientras viajas. ¿Dime dónde estás, en qué territorio estás siendo señor y protector? ¿Por qué quedó expuesta su discreta casa? ¿Por qué matas al cordero que vive con su madre? ¿Por qué no te quedas donde te colocó el Creador? ¿Dentro del denso bosque, en los campos altos, en los prados lejanos? ¿Por qué manifestar tu existencia en pecados nunca perdonados? Satisfaces tu hambre, pero escribes con sangre de oveja, tu sentencia de muerte y odio al hombre que no te comprende. Cómo defender tus cualidades, tu agilidad como máquina forestal. La agudización de tus sentidos. ¿A la elegancia de un Rey, de un padre compasivo, de una amorosa madre Puma, que derrama su sangre por su descendencia? Huye, puma de montaña, huye, puma paraguayo. Desprecia a las ovejas fáciles e insignificantes ante tu salvaje máquina de caza, ante tus poderosas y afiladas garras, forjadas en tus músculos bien definidos, de un poderoso felino. Puma, pastor. Pionero de los bosques. Fuerte e intrépido como todo orgulloso hombre de montaña, pero no subyugado por muros divisorios. Caballero errante del altiplano, en la cima de la montaña. Libre como el viento, fuerte como la araucaria que esquiva los látigos de los valientes con brazos agitados. ¡Huye de las estancias! Huye de los coroneles contemporáneos, aristócratas de la vida, del tiempo y del espacio. Vive tu vida lejos del aguijón, del valiente hombre de montaña, que no pastorea ovejas,
sino que compite contigo por la presa dócil y fácil.
 Escapa del hombre enojado, cuida de tu descendencia y de la vida en la montaña, en su intrincada complejidad, Para que nuestros descendientes también tengan futuro
Y soñar con vivir para siempre en el campo, En las montañas, cascadas y ríos cristalinos de este inmenso interior paraguayo. Se trata de un poema del historiador de la ciudad de Lages, en Santa Catarina, y el León de la Montaña simboliza al pueblo judío: aunque perseguido, salió victorioso. Muchas gracias. Que JAH esté con todos ustedes.