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ANO I / EDIÇÃO: 01/
15 DE JANEIRO DE 2019 / SEMANAL
VALOR: R$5,00
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Jeová Onipotente
Harpas da eternidade! Começa a música,
Redimido e o anjo toca a harpa! Começa a melodia
Comece o hino sempre doce e novo,
Enquanto eu o exalto santo, justo e bom.
Vida, beleza, luz, inteligência e amor!
Eterno, incriado, infinito!
Jeová insondável! Deus da verdade!
Criador, apoiador, governador de todos:
Tu mesmo desfeito, sem governo, sem apoio,
Onipotente, imutável, Grande Deus!
Exaustão! Dando intacto!
Imensidão imersiva, espalhada, não consolidada!
Maior e melhor! Começo, meio e fim.
O olho que Tudo Vê! Que tudo vê e não é visto!
Ouvindo, inaudito! Tudo sabendo e desconhecido!
Acima de tudo louvado! Acima de tudo altura do pensamento!
Proprietário da imortalidade!
Glória inefável! Bem-aventurado!
Edificai o teu santo trono sobre a justiça;
Antes de a manhã começar, as estrelas vão começar a tocar.
Ou o silêncio ouviu a voz de louvor. Tu deitaste
Pedra de fundação da eternidade e me salvaste
A vida e existência começaram a partir do seu horário.
Texto: Juiz Rutherford (livro de 1921 – Harpas de Jeová)
Versão Brasileira: Matheus Saó
O Edital:
A “Revista da Academia de Letras Jurídicas da Serra Catarinense” chegou para trazer cultura para a
sociedade de Lages e todo território do Sul do Brasil.
Trazendo sempre a melhor leitura para os amantes da
natureza, aqueles que buscam a paz na terra, que olham para o horizonte agradecendo
ao Criador por mais um dia de vida.
Aqueles que buscam na água a mais fonte divina para acabar
com a sede de toda família.
A água límpida é como se fosse às páginas da “Revista da Academia de Letras Jurídicas da Serra Catarinense” que faz a sede de um povo cessar, com os melhores textos, juntamente com
muita poesia. Escrita pelos seus Patronos.
O site da Entidade conta com uma Rádio online Educativa (www.aljsc.org)
Editor Chefe: Matheus Saó
O Novo Mundo da Floresta
Tropical
A floresta sempre eterna mostra a grandeza do sábio
criador que nos deu o fôlego da vida, as Formigas trabalham no jardim de todo
território que guardam as águas de Olivença.
Clara assim como a água que deságua nas cachoeiras e
produz um som que nos leva observar as estrelas.
Os planetas brilham no céu e então observo o nosso
planeta em extinção, uma criança faminta querendo esmolas pra comprar drogas.
A violência que nos cerca nos faz chegar a uma conclusão:
“Esse mundo é do cão...”.
Olho para o horizonte e vejo o seu trono tão majestoso,
ele nos livra desse mundo mal.
Momento de reflexão no Século 21, talvez seja o último
século, aonde vivem os nossos netos.
Texto: Matheus Saó / Crédito
Imagem: Revista Veja
Uma visita aos Gorilas-das-Montanhas
Do correspondente de Despertai! Na Tanzânia
APENAS
uns 320 deles ainda vivem na região vulcânica na fronteira entre Ruanda e a
República Democrática do Congo. Outros 300 vivem na floresta impenetrável de
Uganda. São os gorilas-das-montanhas, uma das espécies de mamíferos mais
ameaçados de extinção.
Crédito imagem:
Wikipédia
A
zoóloga americana Dian Fossey fez muito para alertar o público sobre a situação
dessas criaturas. Fossey foi para a África no fim dos anos 60 para estudar os
gorilas-das-montanhas. Na época, eles estavam desaparecendo rapidamente devido
à caça clandestina. A cientista corajosa passou a viver quase como eremita nos
montes Virunga, e rapidamente fez amizade com os gorilas que viviam ali. Fossey
publicou suas descobertas em artigos de revistas e no livro Gorillas in the
Mist (Gorilas na Névoa). Com o tempo, ela foi ficando cada vez mais
determinada a proteger seus amigos peludos, travando uma verdadeira guerra
contra os caçadores clandestinos. Mas acabou vítima de sua própria cruzada
— foi assassinada por um desconhecido em 1985.
Animados
pela esperança de ver pessoalmente essas criaturas pacíficas, em 1993, eu e
minha esposa decidimos nos aventurar no habitat do gorila. Permita-nos
contar-lhe essa aventura.
Ela
começa quando nossos guias nos conduzem numa subida de uma hora a partir do
sopé do vulcão Visoke, de 3.700 metros de altura, até os limites do Parque
Nacional dos Vulcões, em Ruanda. Durante um oportuno descanso, os guias nos
explicam como devemos nos comportar perto dos gorilas. Somos informados que só
se permite que oito visitantes por dia vejam esse grupo específico de animais.
Isso diminui o risco de eles contraírem doenças e impede possíveis distúrbios
de comportamento.
“Depois
de entrarmos na floresta”, lembra-nos um dos guias, “temos de falar baixo. Com
isso, poderemos ver os outros animais e pássaros da floresta, pois, além de
gorilas-das-montanhas, há macacos-azuis, duíqueres, antílopes-pongo, elefantes
e até búfalos-africanos”.
Avisam-nos
também de que há no parque urtigas e formigas que picam, e que talvez tenhamos
de andar através de selva nevoenta e lamacenta. Minha esposa e eu nos olhamos.
Não estamos equipados para isso. Mas os amistosos guias nos emprestam capas de
chuva e botas.
Nosso
guia explica então que os gorilas são extremamente suscetíveis a doenças dos
humanos e, a fim de protegê-los, quem estiver doente ou souber que pode ser
portador de uma doença infecciosa não deve ir vê-los. “Se sentirem necessidade
de tossir ou espirrar quando estivermos com os gorilas, por favor, afastem-se
deles e procurem cobrir o nariz e a boca”, diz um dos guias. “Lembrem-se de que
somos hóspedes no seu lar enevoado.”
Tão perto que dava para tocá-los!
A
subida se torna cada vez mais íngreme. Atingimos uma altitude de 3.000 metros.
O ar é rarefeito, o que torna difícil respirar, e as trilhas são estreitas. Mas
podemos admirar a beleza da hagênia (cousso), com seus ramos abertos na
horizontal, cobertos por uma grossa camada de musgo, samambaias e orquídeas. A
presença dessa árvore dá à floresta uma beleza paradisíaca.
Os
guias começam então a procurar o lugar onde os gorilas foram vistos no dia
anterior, embora esses animais estejam sempre se mudando, buscando alimento
fresco. “Olhem lá!” alguém exclama. Encontramos, compactada na vegetação macia,
a cama, ou ninho, do gorila de espádua prateada.
“Ele
se chama Umugome”, explica o guia. “Quando o gorila macho atinge uns
14 anos, sua espádua adquire um tom prateado. Ele é então considerado o
líder do grupo. Só o prateado se acasala com todas as fêmeas. Machos mais
jovens que tentam se acasalar com elas são imediatamente rejeitados. Mas se um
rival consegue matar o prateado, mata também todos os filhotes deste. Daí
assume o cargo de novo líder e tem filhotes com as fêmeas do grupo.”
“Quanto
tempo um gorila pode viver?”, pergunta alguém do grupo enquanto seguimos os
guias por um lindo bambuzal.
“Até
uns 40 anos”, responde um deles em voz baixa.
“Psiu!
Psiu!” sussurra alguém, quando ouve um grunhido grave. “O que foi isso? Um
gorila?” Não, mas um dos guias está grunhindo como um gorila, tentando obter
uma resposta. Devemos estar bem perto!
De
fato, os apenas cinco metros estão um grupo de uns 30 gorilas. Os guias dizem
para ficarmos agachados, quietos. “Não apontem para eles”, pede um dos guias,
“porque podem achar que estão jogando algo neles. Por favor, não gritem. Quando
tirarem fotografias, movimentem-se devagar e com cuidado, e não usem flash”.
Estamos
tão perto que daria para tocá-los! Mas antes que alguém possa seguir esse
impulso, um guia sussurra: “Não toquem neles!” Ele mal acaba de dizer isso e
uma dupla de gorilas pequenos se aproxima para nos inspecionar. O guia dá uma
batidinha de leve neles com um pequeno galho, e os filhotes curiosos rolam pela
encosta, lutando como se fossem crianças. “Mamãe” intervém quando a brincadeira
começa a ficar meio rude.
O
prateado nos observa de longe. De repente, vem em nossa direção e senta-se a
poucos metros de onde estamos sentados. Ele é grande e devem pesar uns
200 quilos. Não nos dá muita atenção, porque está sempre comendo, mas ele
fica de olho. Realmente, comer é a atividade principal dos gorilas. Um prateado
pode comer 30 quilos de alimentos por dia. E todos do grupo procuram
comida de manhã até de noite. Às vezes dá para vê-los brigando por algum
“petisco” que encontraram.
Seu
alimento preferido é a medula da planta conhecida como tasneira gigante. Também
gostam de aipo silvestre, das raízes de algumas plantas e de brotos de bambu.
Às vezes, até fazem uma “salada”, misturando brotos de bambu com folhas verdes
de cardos, urtigas e gálios, junto com várias raízes e trepadeiras. “Por que os
gorilas não se queimam com as urtigas que pegam e limpam?”, alguém pergunta. Um
guia explica: “Eles têm uma camada grossa de pele nas palmas das mãos.”.
Admiramos
esse cenário pacífico quando, de repente, o grande macho fica de pé, bate no
peito com os punhos e dá um horrendo berro estremecedor. Ele vai à direção de
um dos guias e para abruptamente pouco antes de chegar nele. Lança lhe um olhar
feroz. Mas o guia não entra em pânico. Em vez disso, se agacha, grunhe e recua
lentamente. Parece que o prateado só queria nos impressionar com sua força e
autoridade. Pode ter certeza de que conseguiu!
Os
guias fazem sinal para nos aprontarmos para partir. Passamos um pouco mais de
uma hora com essas criaturas maravilhosas e pacíficas, como hóspedes “na
névoa”. Embora nossa visita tenha sido breve, foi um acontecimento
inesquecível. Não podemos deixar de pensar na promessa da Bíblia do vindouro
novo mundo, no qual homem e animal estarão permanentemente em paz um com o
outro! — Isaías 11:6-9.
Fonte: Despertai
(22/01/1998)
Plantas de Jah que Curam:
A famosa Aloe vera entra na composição de vários xampus e cremes feitos
com a polpa branca de suas folhas. Tudo graças a uma dupla de princípios
ativos, aloeferon e antraquinona. Enquanto o primeiro age na multiplicação
celular e acelera a cicatrização, o outro funciona como antisséptico. Em alguns
casos, é justamente essa propriedade que evita a queda de cabelos. Ela também
ajuda na cicatrização de feridas.
Nome científico: Aloe vera
Nomes populares: Babosa
Fins medicinais: A babosa também tem sido usada no combate à caspa, aos piolhos e às lêndeas. Há testes sobre seus efeitos no tratamento de inflamações e queimaduras.
Como usar: Esfregue folhas de babosa cozidas no couro cabeludo. Deixe agir durante 15 minutos e enxágue. Outra opção é cortar as folhas pela base deixando escoar o sumo gosmento. Passe-o então nos fios. E saiba: ele dura apenas dois dias na geladeira
Atenção! A babosa nunca deve ser ingerida. Ela tem resinas que irritam o estômago e o intestino, podendo causar cólicas, hemorragias e nefrites. Além disso, parece ser tóxica ao fígado.
Nome científico: Aloe vera
Nomes populares: Babosa
Fins medicinais: A babosa também tem sido usada no combate à caspa, aos piolhos e às lêndeas. Há testes sobre seus efeitos no tratamento de inflamações e queimaduras.
Como usar: Esfregue folhas de babosa cozidas no couro cabeludo. Deixe agir durante 15 minutos e enxágue. Outra opção é cortar as folhas pela base deixando escoar o sumo gosmento. Passe-o então nos fios. E saiba: ele dura apenas dois dias na geladeira
Atenção! A babosa nunca deve ser ingerida. Ela tem resinas que irritam o estômago e o intestino, podendo causar cólicas, hemorragias e nefrites. Além disso, parece ser tóxica ao fígado.
Crédito imagem: Saúde Abril
Os nomes
do Brasil:
Antes de receber o nome de Brasil nosso país teve oito nomes:
- Pindorama (nome
dado pelos indígenas);
- Ilha de Vera
Cruz, em 1500;
- Terra Nova em
1501;
- Terra dos
Papagaios, em 1501;
- Terra de Vera
Cruz, em 1503;
- Terra de Santa
Cruz, em 1503;
- Terra Santa Cruz
do Brasil, em 1505;
- Terra do Brasil,
em 1505;
- Brasil, desde
1527.
E por que Brasil?
Nosso país recebeu este nome porque nos primeiros anos de sua
colonização era retirada das matas na costa brasileira a madeira da Caesalpinia
echinata, chamada popularmente de pau-brasil. Desta madeira era extraída uma
resina de cor vermelha cor-de-brasa, Brasil, que era usada para tingir tecidos.
Foto do Pau-Brasil cortado no Jardim Botânico do Rio de Janeiro.
A coloração vermelha, é própria da espécie, por isso o nome de Brasil, pois se refere à cor de brasa.
A coloração vermelha, é própria da espécie, por isso o nome de Brasil, pois se refere à cor de brasa.
Crédito Imagem: Só História
É possível salvar a araucária?
DO REDATOR DE DESPERTAI! NO BRASIL
O
SUL do Brasil já foi coberto de pinheiros ou araucária, espécie que também é
conhecida como pinheiro-do-paraná e pinheiro-brasileiro.
Os
cones, ou pinhas, das araucárias têm entre 10 e 20 centímetros de diâmetro;
alguns pesam até cinco quilos. Um cone pode ter 150 sementes, ou pinhões.
Quando o cone está maduro, ele se rompe e provoca um estampido, aí as sementes
se espalham.
Humanos,
pássaros e animais comem as sementes que têm aroma e sabor comparáveis aos da
castanha. Já houve época em que o pinhão — excelente fonte de proteínas e
cálcio — constituía o principal item de alimento para algumas tribos
indígenas do sul do Brasil. As sementes ainda são aproveitadas hoje. Por exemplo,
no Estado de Santa Catarina, elas são encontradas em pratos regionais, como a
paçoca de pinhão.
A
araucária começou a ser ameaçada quando colonos europeus do século 18
perceberam o seu potencial como madeira. Não demorou muito e as araucárias
estavam sendo derrubadas para a construção de casas ou apenas para dar lugar a
milharais ou a parreirais. Com o tempo, cortavam-se mais árvores do que se
plantavam. Hoje, restam apenas algumas áreas esparsas de floresta de araucária.
Consequentemente, o valor da araucária disparou. “Pinheiro não é mais madeira”,
declarou um homem que trabalha no corte de madeira de araucária há 50 anos. “É
ouro.”
Pesquisadores
dizem que se não fosse pela gralha-azul, a araucária já estaria extinta. Essa
incansável ave se alimenta dos pinhões e os esconde no musgo do solo ou em
xaxins, onde mais tarde muitos germinam. Em certo sentido, então, a gralha-azul
é uma atarefada disseminadora da araucária! Mas infelizmente o número de
gralhas-azuis está diminuindo por causa da destruição das florestas de
araucária.
Algumas
empresas de extração de madeira começaram não só a conservar pequenos lotes de
floresta, mas também a replantar a araucária no sul do Brasil. Talvez isso
signifique que ainda é possível salvar a araucária.
Crédito Imagem:
Mercado Livre
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Redação:
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Olivença – Bahia – Brasil
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Revista
ACADEMIA DE LETRAS JURÍDICAS DA SERRA CATARINENSE
ESCRITA PELOS SEUS PATRONOS
ANO I / Edição I










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