*Serão - Foram publicados 20 mil exemplares do livro. Em homenagem a população da cidade de Otacílio Costa - SC que até 1982 pertencia a Lages - SC e que tem cerca de 20 mil habitantes.
Cartaz de Divulgação e Continuação da Capa Verso - (Sinopse do Livro) - Pinheiros Românticos - A saga da Família Saó
História real da Família Saó, família de Judeus da Turquia que vieram para o Brasil em navios partindo da Índia no inicio do Século XVIII.
Família conhecida pelos seus empreendimentos de sucessos e que carregam em suas raízes os ensinamentos do maior homem que já viveu na terra.
Esse livro reuni a saga da Família Saó, entre contos verdadeiros e outros fantasiosos.
Uma excelente leitura para os estudiosos dos povos emigrantes, especialmente para os que cultivam ou admiram a cultura Judaica.
O Termo "Saó" significa "rico homem de negócios'. Fonte: Forebears.
Informações
na Orelha do Livro, na capa frente: A História de uma Família de origem judaica, a sua trajetória narrada por um membro da Família Saóh: Matheus Saó da Silva, escritor
associado da Câmara Brasileira dos Livros e da Casa do Jornalista de
Santa Catarina, criador da Obra "O Leão Baio da Bahia", Presidente da
Saóh Associação Comunitária. Fundador, Primeiro Patrono & Presidente Vitalício da Academia de Letras Jurídicas da Serra Catarinense, faz uma homenagem a seus avós por parte materna nessa obra que contém fatos verdadeiros e outros fantasiosos. Informações na Orelha da Capa - Verso: Biografia do Autor.
*Apresentar isso no Livro, na seção Curiosidades da Árvore Genealógica:
O termo "Saó" geralmente significa 'empresário' ou 'empréstimo de dinheiro (Agiota)'. Nenhum membro da Família Saó prática Agiotagem no Brasil, pois é considerado Crime. (Lei nº 1.521, de 26 de dezembro de 1951.)
II Projeto no valor de 1 Milhão.
Sumário, Prefácio e Notas do autor = 3 páginas. I Parte = 2 Páginas (Parte VIII)
9 partes / 5 páginas = 45 páginas
Total = 50 páginas.
Pinheiros românticos –
A saga da Família Saó (Parte I)
Aristiliano era um homem moreno claro, descendente de
Judeus vindos da Turquia. Ele tinha uma sapataria na cidade de Lages em Santa
Catarina. Um homem com o olhar fechado, carregando na sua face e no seu empreendimento
um sangue vindo de Israel, a terra de Jesus Cristo: Um sangue Judeu.
Aristiliano era um homem que tinha uma vida agitada, um
homem brabo, sem hipocrisias, um homem modesto e honesto.
Infelizmente em seus momentos de mansidão, haviam olhares da escuridão
a sua volta, pessoas invejosas.
Sua sapataria estava fazendo sucesso, era dela que saia o
pão de cada dia, era da sapataria que Aristiliano sustentava a sua família.
Nilza Mamedes Saó, uma mulher guerreira e bela. Ela tinha
um toque doce como pessoa, uma mulher que valia ouro.
Tal ouro que Aristiliano pegava em suas mãos, ela era
doce e tinha corpo violão.
Aristiliano Saó, proprietário da Sapataria Saó, tal
empreendimento passado de geração a geração, frutos de renda e de muita emoção.
Antes de chegar no x da questão, vamos pelas
preliminares.
Tudo começou numa noite de inverno, naquela época nos
meados dos anos 30, nasce em São Joaquim em plena neve: Aristiliano Saó.
A neve caia naquele dia, muito frio lá fora e a alegria
fervia o coração da família Saó.
Nasceu um menininho, todo gordinho.
Em plena era Vargas, um tempo revolucionário no Brasil.
Nessa época em Lages, não existia nem a Rádio Clube de
Lages.
Os Pinheiros milenares estavam sorrindo com a chegada de
um menininho, mais um membro da lendária Família Saó, Viajantes desse verdes
verdejantes.
Família guerreira em sua árvore genealógica, uma família
que conquistou a terra prometida nos tempos das antigas.
Família que andou pelos desertos do Saara e da Arábia.
Em seus camelos viveram histórias inusitadas.
Grandes empreendedores nas terras da Turquia. Observavam os
pinheiros do Líbano e delas faziam uma filosofia de viver. Embora imperfeitos os
que morreram um dia vão voltar a viver, para sempre num novo mundo, um paraíso
na terra. Amigos da fauna e da flora.
Aristiliano teve uma infância complicada. Seu pai era
muito severo em suas palmadas, mas foi através delas que Aristiliano se tornou
o homem que era.
Justo, correto. Carregava no seu sangue a brabeza.
Vitórias incansáveis sua família havia conquistado, eram conquistadores exímios
da natureza e dos empreendimentos. Até hoje ocupam cargos de destaque, de
grandes Presidentes executivos, levando sempre e valorizando a ética no seu
campo de trabalho.
Pessoas integras no tempo passado, pessoas que louvavam
ao trono do supremo criador do céu e da terra.
Discípulos da verdade, embora muitos que conheceram o
sobrenome Saó foram aqueles que por ignorância, tiraram a vida daquele que veio
pra nos salvar.
Tiveram o seu tempo devido para se arrependerem, mas
muitos tolos procuraram o caminho da maldição, fazendo ritos que causam a
destruição.
A família eram fazendeiros dos tempos passados, viajantes
de navios que embarcaram no Brasil.
Eles percorreram as índias e dela faziam do comércio a
sua maior força.
Um dom que vem da arte da persuasão de viver chamando
atenção.
Ótimos vendedores na terra da Síria e do Iraque, alguns
louvavam a Allah, outros faziam preces para Jah.
Todos eram vencedores, conquistadores duma terra
prometida, quando chegaram no Brasil tinham essa visão.
A nova terra que viriam seria uma benção então, herdeiros
duma fortuna que iria passar de geração a geração.
A família Saó chegou no Brasil no inicio do Seculo XVIII vindos de navio da índia,
mudaram o seu sobrenome, adaptaram o acento agudo no Ó, para então serem chamados
e conhecidos em Santa Catarina e na Bahia como “Saós”.
Navios de Judeus aventureiros chegando no Brasil
Não só a “Família Saó” mas várias outros sobrenomes,
muitos sobrenomes que vieram de árvores, como os Pinheiros, por exemplo.
Os “Campos” também ficaram marcados, até hoje família
conhecida que vivem na Coxilha Rica.
Quando a família Saó chegou naquela terra prometida, tudo
era novo para aquela família.
Eles tiveram que inventar algo que os dessem dinheiro,
montar um comércio já estava em conotação.
Outros montaram o Transportes Saó, na cidade de Fraiburgo
em Santa Catarina, empresa que transporta o tão aclamado pinheiro, pinus
araucária.
José Saó, pai do Aristiliano Saó era um homem brabo.
Homem que vivia em contato com a natureza e tinha em seu
extinto o sangue do lendário Leão Baio.
De vez em quando José Saó virava um Leão Baio para se
defender ou defender a sua família.
Um homem corajoso e destemido que andava pelas matas das
araucárias.
Sua mulher, dona Ana Saó era uma mulher batalhadora.
Matas das Araucárias
José Saó fazendeiro com muitas cabeças de gados, era um
comedor assim como o Leão Baio.
Ele gostava muito de comer carne de ovelhas, e a sua
esposa ficava surpresa!
“Homem guloso”
Falava ela, quando ela tinha montado a comida na mesa,
José Saó comia com muita velocidade.
Homem rápido na arte de mastigar, devorava a comida mas
sempre prezava a família e dava muita fartura para os alimentar.
Homem fazendeiro que andava de cavalo pelos campos, por
isso Aristiliano Saó sempre sonhou em ser um fazendeiro, herdar aquilo que o
pai dele deixou, fazer dos campos e das montanhas seu lar eterno e enterrar
somente as coisas ruins no cemitério.
Antes de chegar em José Saó, a família Saó teve muitas
sagas, que é sempre contadas com o virar das páginas. Contos e lendas, quem lê
esse livro vai ficar pasmado, que essa família Saó são muitos queridos e
lembrados.
Fazendas da Família Saó
Parte II - Chegada no Brasil: Avistando e namorando as índias
Os antigos Saós chegaram de barco na cidade de
Florianópolis, SC. Lá eles avistaram as índias, todas nuas tomando banho na
cachoeira e por imperfeição, eles começaram a pensar besteiras.
Elas sensuais tomando banho e fazendo da terra a sua
renda, vendendo alface, pimentão, pimenta e outros condimentos que eram
produzidos numa cooperativa indígena.
Então o “O mano quieto”, apelido de um dos Saós começou
avistar a índia, fazendo algazarra nas cachoeiras límpidas. Ela gritava e
conversava com a Gralha e o azul do mar de Florianópolis fazia um som que
relaxava.
“O mano quieto” na verdade falava mais que Papagaio, mas
tinha lábia pra conquistar a índia, ainda mais que a moça estava “Nua”, assim
desse jeito desfruta.
As frutas eram vendidas pelas índias, os chefes iam
trabalhar mais no pesado, com a flecha sempre do lado.
Caçar Tatu, ovelha, gado e preservar o Leão Baio, era
essa as ideias da Tribo Caingangue.
Além do “Mano Quieto” tinha
também o Vulgo “Cabeludo”, esse que parecia Sansão, tinha feito um voto de
Nazireu. Um Saó Judeu nato, andava sempre com Deus do seu lado.
Ele então se envolveu com
uma índia de outra tribo, que o traiu. Cortou sua onda de surfista, pois
naquele tempo o cabeludo já surfava, no corpo daquela morena mulata.
Praia de Canasvieiras, Florianópolis/SC
Parte III – Conquistando a Montanha: O Arquétipo do Puma
Mano Quieto, excêntrico que era, vivia também algumas
situações em seu dia a dia. Ele brincava com a Lei da Natureza, ele viajava
muito longe observando as estrelas. Mano Quieto viajava até Minas Gerais, para
buscar ouro e pedras preciosas. Lá que ele tinha fama de Comer quieto, mas não
por marotear, pelo fato que o Bicho falava que nem papagaio, quem iria o parar?
Na hora que ele começava a comer, ele comia bem quieto, foi ai que todos
descobriram uma forma de o parar falar: É só colocando comida em seu altar...
Mano quieto por imperfeição, vivia uma vida de rei
naquela nação. Ele esnobava a Fazenda
que tinha e a geração de filhos. As suas filhas eram todas bem gatas, por isso
que nenhum cachorro o ousaria desafiar o rei daquele lugar.
Mano quieto tinha qualidade importante, vivia da nobreza,
tinha muito ouro e águas minerais. O fogo que saia pela chaminé da fazenda do
mano quieto era escaldante, a fumaça ia tão longe em forma de diamante.
Mano quieto tinha um amigo animal, esse conquista a montanha nos altos dos montes. Assim também o Mano quieto conquistava várias terras. Ele era vencedor daquela guerra. A guerra que havia entre os fazendeiros latifundiários.
Montanhas de Santa Catarina
Mano quieto se achando CEO
O Poderoso Chefinho - Analogia com o Mano Quieto
Parte IV – A Invasão dos Holandeses (1630 – 1654)
O Nicolau Saó Maquiavel era amigo do Maurício de Nassau.
Os dois eram administradores de empresas. Nicolau Saó Maquiavel tinha uma
empresa de Joias folheados a ouro em Pernambuco, uma das muitas filiais da Saó
Joias que tinha sua sede na Holanda.
Nicolau Saó Maquiavel além de administrador de empresas,
tinha habilidade em Engenharia, foi ele que ajudou a construir pontes no estado
do Pernambuco. Maurício de Nassau invadiu as terras do Pernambuco e lá dominou
como um imperador.
Nicolau Saó Maquiavel era casado com uma bela Holandesa, essa que tinha perfume com cheiro de framboesa. Nicolau se lambuzava em seu corpo, tanto que o descarado tinha 10 filhos com ela. 6 Homens e 4 mulheres. Nicolau Saó Maquiavel nunca se mostrou frustrado pelo fato de que tivera as 6 filhas primeiro, depois o Nicolau viu que além de Espermatozoides XX, ele também possuía o XY.
Foi Nicolau Saó Maquiavel que ensinou Maurício de Nassau
a governar. Ele que era seu Conselheiro, seu homem de confiança. Seus conselhos
eram primordiais para “O Príncipe” manter o Poder e está sempre à frente dos
seus adversários. Nicolau Saó Maquiavel sempre dizia a seu amigo Maurício de
Nassau:
“O Príncipe precisa se revestir da figura da Raposa e do
Leão, Pois é preciso ser Raposa para enfrentar as armadilhas, É preciso ser
Leão para espantar os Lobos.”
Além desses raciocínios filosóficos, Nicolau também dizia
que se tu não consegues vencer o inimigo, junte – se a ele, pois em determinado
momento, quando o inimigo estiver cego com a sua amizade, tu irás mata-lo. O fim justifica os meios.
Símbolo da Saó Joias (Empresa do Nicolau)
Parte VIII – Menino Saóh: Aquele que mamava na teta do Governo
A cidade de Roma está localizada na porção centro ocidental da península itálica, cortada pelo rio Tigre, dentro do lácio. A cidade de Roma está rodeada de mitos e lendas e um desses mitos e lendas que os Romanos apreciam muito e a mais conhecida de todas é a de Remo e Rômulo que foram dois gêmeos que foram jogados num rio e salvos e amamentados por uma loba Luperca. Esses dois gêmeos cresceram e construíram a cidade de Roma, mas na hora de escolher um rei eles entraram em desacordo, então Remo matou Rômulo e deu o nome dele para Roma.
Crédito Imagens: Wikipédia
A civilização da Roma antiga, surgiu no século VII, antes de Cristo, na Península Itálica, os Romanos através de lutas militares construíram um amplo império o que deu origem a junção de vários povos, um desses povos foram os Gregos. Muitas pessoas dizem que os Gregos conquistaram a cidade de Roma através da sua forte cultura, já os Romanos dominaram a Grécia por causa do seu forte armamento. A cidade de Roma apresenta vários aspectos culturais que foram incorporados pelo Reino da Germânia e preservados por muito tempo na Europa medieval
Crédito Imagens: Brasil
Escola
Um aspecto cultural que vem de Roma é o fato de mamar na Teta do Governo. Vamos falar do `Menino Saóh`, um jovem que praticava muito esse ato. Um menino divertido, com poucos amigos. Presidente Executivo de uma ONG, pegava dinheiro do Governo Municipal e Federal. Praticava atos de nobreza, criando movimentos culturais que ajudavam os alunos do ensino infantil e adolescentes do ensino fundamental e médio. Em todo sul do Brasil era conhecido por plantar a semente e preservar os pinheiros que vai ventilar a futura geração. Era um menino multifacetado: Historiador, Filósofo, Antropólogo, Poeta, Ambientalista, Escritor, Presidente Executivo, um Político não partidário, Produtor Cultural, Promotor de Eventos, Vendedor, Professor, Corretor, Jornalista ativista, Roteirista, Dublador, Cineasta, Diretor de Filme de Animação, Advogado, Compositor, Piloto de Avião Comercial e músico Youtuber. Aqui encontra-se um protesto para os Artistas que mamam na teta do Governo e ficam esnobando para cima dos Proletariados, da classe trabalhadora. Tenham respeito por esse povo, porque sem eles os nossos projetos culturais nem seriam arquitetados ou executados. Fazem samba com o dinheiro do povo sendo que já são milionários, batem panelas umas nas outras para derrubar o sistema que fala fracasso. Estavam por cima, no topo. O poder não pode subir para a cabeça pois causa dores. Por isso que o `Menino Saóh` em pleno século 21, provou para a República Federativa do Brasil que ele merece respeito, pois pratica a honra entre as classes.
Parte IX – Juiz de Paz
Agora no século 21, tivemos muitos “Saós” fazendo grandes
façanhas. Diria algo revolucionário. Causando o Armagedom nas escolas com sua
retórica. Esse é “O Leão Baio da Bahia”. Ele que conquistou muitas pessoas com
seu carisma, mas também foi perseguido por pessoas que não tiveram empatia.
Pessoas que andam com fantasmas que caíram do céu e causam várias degradações
morais e psicológicas na mente daqueles que querem de forma ditadora dominar
com poder, mas destruir com prazer. O Leão Baio da Bahia é locutor duma rádio
famosa e antiga. A rádio mais antiga da Bahia: Rádio Sociedade da Bahia.
Mas antes temos que falar como que foi a sua trajetória,
que tiveram muitas derrotas. O Leão Baio começou a cursar Direito numa
faculdade falida de Salvador na Bahia. A Faculdade foi fechada por vender
diplomas para Analfabetos Funcionais se formar em Direito. Uma faculdade
Católica, que tinha como coordenador do curso de Direito um ser maligno, um ser
do mal. O Leão Baio era defensor duma religião que estava sendo perseguida na
Rússia e também do Puma. Por isso que os colegas o apelidaram de “Leão Baio”,
porque ele era um jovem ambientalista. Vivia na caverna.
O Coordenador do Curso do Direito era um ser inteligente,
mas esnobe. Um Aristocrata que deveria ficar em casa, ao invés de humilhar os
seus alunos. Porque como dizia o Filósofo Mario Sérgio Cortella: “O Verdadeiro
educador elogia em público e corrige em particular”. Se o mestre humilha o
aluno, ele não é educador, ele é ditador.
Assim como o Fazendeiro detesta que o Puma coma suas
ovelhas, o Coordenador do Curso do Direito, cujo apelido era “Gavião” detestava
o Leão Baio e o caçava que nem um Fazendeiro caça no mato.
Seu apelido era Gavião, porque ele vivia com carniça na boca. Falava um monte de asneiras, não se dava o respeito para um senhor de 65 anos que já caducava.
O Leão da Montanha (Desenho)
CONTINUA...
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