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ANO I / EDIÇÃO: 02 / 21 DE JANEIRO DE 2019 / SEMANAL
VALOR: R$5,00
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Jeová Onipotente
Harpas da eternidade! Começa a música,
Redimido e o anjo toca a harpa! Começa a melodia
Comece o hino sempre doce e novo,
Enquanto eu o exalto santo, justo e bom.
Vida, beleza, luz, inteligência e amor!
Eterno, incriado, infinito!
Jeová insondável! Deus da verdade!
Criador, apoiador, governador de todos:
Tu mesmo desfeito, sem governo, sem apoio,
Onipotente, imutável, Grande Deus!
Exaustão! Dando intacto!
Imensidão imersiva, espalhada, não consolidada!
Maior e melhor! Começo, meio e fim.
O olho que Tudo Vê! Que tudo vê e não é visto!
Ouvindo, inaudito! Tudo sabendo e desconhecido!
Acima de tudo louvado! Acima de tudo altura do pensamento!
Proprietário da imortalidade!
Glória inefável! Bem-aventurado!
Edificai o teu santo trono sobre a justiça;
Antes de a manhã começar, as estrelas vão começar a tocar.
Ou o silêncio ouviu a voz de louvor. Tu deitaste
Pedra de fundação da eternidade e me salvaste
A vida e existência começaram a partir do seu horário.
Texto: Juiz Rutherford (livro de 1921 – Harpas de Jeová)
Versão Brasileira: Matheus Saó
O Edital:
A “Revista Saó Bahia” chegou pra trazer cultura para a sociedade de Olivença e todo território do Sul da Bahia.
Trazendo sempre a melhor leitura para os amantes da natureza, aqueles que buscam a paz na terra, que olham para o horizonte agradecendo ao Criador por mais um dia de vida.
Aqueles que buscam na água a mais fonte divina pra acabar com a sede de toda família.
A água límpida é como se fosse às páginas da “Revista Saó Bahia” que faz a sede de um povo cessar, com os melhores textos, juntamente com muita poesia.
Editor Chefe: Matheus Saó
Parque de Olivença – Tão desconhecido, mas é uma benção.
Guardas o tesouro da Tribo tucum, tão bela floresta do Parque de Olivença, só mesmo Jah pra criar tão bela paisagem, desse nosso ambiente selvagem.
O Leão Baio está admirando o seu território, O Leão da Montanha, mais conhecido pela vila de Olivença como “Onça Suçuarana”.
A fauna e a flora dessas nossas terras preciosas lembra o maná, que veio do céu pra nos alimentar. Estamos ricos, meus amigos vizinhos, vizinhos da Mata Atlântica que traz uma esperança: Ser eternos e brincar como criança no futuro que nos aguarda a herança de uma terra sem matança.
A nossa terra prometida é admirar o trabalho das formigas, ver o sol brilhar no horizonte, pra anunciar o “Corpo Governante”.
O Sábio, o Beija- Flor e a coruja, ao nosso redor há vida e fartura...
Tão bela a “Praia do Parque de Olivença”, embora desabitada o mar sempre com suas ondas, traz a poluição causada pelo homem que causou “Duas Guerras Mundiais”, tudo isso já foi escrito nos jornais, será que o homem vai querer fazer mais?
Texto: Matheus Saó
A história do Cacau (Conto)
O Fazendeiro milionário estava irado:
“Vou matar o tal do Leão baio, Bicho besta, comeu todas as minhas ovelhas...”.
Invadiu a minha privacidade, até a minha nega teve por ele bondade, disse:
“Não mate o bicho que está no topo da pirâmide trófica, ele controla a vida da fauna, se você o matar de você vou me separar”...
Então fiquei com medo de perder a minha nega que satisfaz todos os meus desejos. Os seus beijos de Maracujá me faz aliviar a vontade de atirar e o danado do Leão da Montanha fica por cima de mim, mas é só por causa da minha Rainha que deixa mais verdes as Ervas do meu jardim.
O cacau agora é ouro, sustenta a minha família, aqui em Olivença vem até gringo pra comer o nosso chocolate, o melhor de toda cidade.
Como vou viver sem agradecer aquele que criou o cacaueiro e todo o planeta?
Então o fazendeiro voltou à realidade:
“Jah também criou esse tal desse bicho selvagem, minha nega estava certa, eu vou ouvir os conselhos dela...”.
Texto: Matheus Saó
Os índios do Brasil — ameaçados de extinção?
DO REDATOR DE DESPERTAI! NO BRASIL
O PARQUE Nacional do Xingu fica no Estado brasileiro de Mato Grosso e cobre uma área de aproximadamente 27 mil quilômetros quadrados — quase o tamanho da Bélgica. Ali vivem uns 3.600 índios que pertencem a 14 etnias. O parque é uma ilha verdejante situada no meio do que, em fotos de satélite, parece “uma gigantesca mesa de bilhar”. As florestas que antes o cercavam foram queimadas para que madeireiros tivessem acesso a árvores de valor comercial ou transformadas em pasto para enormes manadas de gado.
Nos anos 60, o governo brasileiro começou a criar reservas indígenas. Hoje em dia, localizadas principalmente na região amazônica, as reservas ocupam cerca de 10% do território brasileiro. A formação de reservas contribuiu para uma surpreendente reviravolta: a população indígena do Brasil está aumentando — pela primeira vez nos últimos 500 anos! Acredita-se que a população seja de uns 300 mil índios. Mas isso representa apenas uma minúscula fração da população indígena em 1500 que, segundo estimativas, ficava entre dois milhões e seis milhões.
Nos últimos 500 anos, como expressou certo escritor, “ocorreu uma enorme e aterrorizante tragédia demográfica”. O que levou a população indígena a sofrer um declínio tão drástico? Será que o aumento no número de índios brasileiros em anos recentes significa que eles estão finalmente salvos da extinção?
Rivalidade entre potências coloniais — Portugal contra França e Holanda
Os índios eram as principais vítimas dos conflitos entre as potências coloniais. Os franceses e os holandeses tentaram tirar o Brasil de Portugal. Por exemplo, em 10 de novembro de 1555, Nicholas de Villegaignon, um nobre francês, desembarcou na baía de Guanabara (atualmente Rio de Janeiro) e construiu um forte. Ele se aliou aos índios tamoios da região. Os portugueses trouxeram da Bahia índios tupinambás e, em março de 1560, por fim atacaram o que parecia ser um forte inconquistável. Os franceses fugiram, mas continuaram a negociar com os tamoios e incitá-los a atacar os portugueses. Após várias batalhas, os tamoios finalmente foram derrotados. Relata-se que em apenas uma batalha 10 mil tamoios foram mortos e 20 mil levados como escravos.
Um futuro melhor?
A história mostra que os índios sempre saíram perdendo em seus tratos com o homem branco. Eles trocavam ouro por espelhos e troncos de pau-brasil por quinquilharias e tiveram de fugir para áreas remotas das florestas a fim de evitar a escravidão. Será que a história se repetirá?
Muitos índios aprenderam a usar invenções da nossa era tecnológica — aviões, barcos motorizados e celulares. Mas só o tempo dirá se conseguirão enfrentar outros desafios do século 21.
A fascinante Etiópia
DO CORRESPONDENTE DE DESPERTAI! NA ETIÓPIA
DURANTE muitos anos a Etiópia foi conhecida como o império oculto. Embora os séculos de isolamento tenham terminado, são poucas as pessoas que conhecem sua história fascinante, a diversidade de povos e culturas, e sua geografia incomum. Com mais de 50 milhões de habitantes — quase a mesma população da França — não é de jeito nenhum um país a ser ignorado.
Ao que parece, foram os gregos que cunharam a palavra “Etiópia”, que significa “Região das Faces Queimadas”. Suas origens políticas acham-se envoltas em mistério e lendas. Reza a tradição que a Etiópia fazia parte da antiga Sabá, de renome bíblico, e que sua rainha foi à rica dignitária que visitou o Rei Salomão. Diversos governantes da Etiópia afirmavam ter por ancestral um homem chamado Menelik, supostamente o fruto de um romance entre Salomão e a rainha.
Animais selvagens
O que a Etiópia tem a oferecer em termos de vida selvagem? Muito. A Etiópia tem diversas reservas, situadas em regiões remotas, povoadas por uma variedade de antílopes e leões. Dizem que há mais de 830 espécies de aves neste país, algumas das quais só são encontradas na Etiópia.
Entre os animais mais incomuns há a imponente walia ibex, cabra-montesa extraordinária, que só existe nas alturas majestosas das montanhas Simyen. Apenas algumas centenas ainda vivem entre os penhascos mais inacessíveis. Podem pular um abismo que parece não ter fundo, com perfeito equilíbrio. Há também a bela gelada. Por causa de seus longos pêlos e da notável mancha vermelha no seu peito, também é chamado de macaco-leão e babuíno-do-coração-sangrento. Não é preciso viajar tão longe para se observar a vida animal. Ora, as estradas da Etiópia costumam estarem repletas de camelos, mulas, gado e burros!
É preciso admitir que o país tenha problemas, e muitos. A capital, Adis-Abeba, é uma metrópole moderna, de mais de um milhão de habitantes. Mas sofre com a falta de moradias e com o desemprego. A seca e a guerra civil resultaram em sem-teto, aleijados e um grande número de viúvas e órfãos.
No ínterim, a Etiópia é uma terra que merece ser conhecida. Esperamos que esta olhadela tenha despertado a sua curiosidade de modo que você dê outra olhada, talvez pessoalmente, algum dia, nesta terra fascinante.

Comidas da Bahia: O Abará Ouro
Nos finais de semana não pode faltar na mesa da sociedade de Olivença o Abará Ouro, comida deliciosa preparada em frente ao mar que sopra o vento que faz o homem viajar em outra dimensão, enquanto sinto o vatapá transbordando ótimas sensações, acompanhado da pimenta sensacional que deixa a minha semana mais legal.
O Camarão que vem do mar deixa o sabor espetacular. O Abará comida típica da Bahia é saudável para alegrar o dia.
Tão boa na folha da Bananeira. Claro que os elementos que a formam vêm também da natureza.
Os coqueiros produzem água surreal, eu bebo no coconuts pra ficar com o corpo ideal.
O Abará primo do Acarajé, quem já provou sabe como é um sabor que faz a cultura baiana ferver, não é atoa que as cabanas a vendem.
Tais comidas fazem os turistas se alegrar, tão boas que é um patrimônio cultural da cidade do Amado escritor que a divulgou em nível mundial.
Isso tudo é porque Deus faz o sol brilhar, para todos os Índios da Tribo Tupinambá.
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